Na data do dia 20 de maio, foi o meu segundo dia de regência das aulas de Língua Inglesa (LI) no IFTO. O nervosismo ainda insistia em ficar, mas eu consegui negociar com ele um pouco de sossego. Eu já havia preparado essa aula, ainda ancorada no material que a professora Fernanda me cedeu. O texto trabalhado no material estava focado em ensinar os padrões das prepositions of time, como podemos avaliar:
Figura 1:
Como essa seria oficialmente minha primeira aula na turma 12.01, decidi focar na construção lexical, mas também nas estratégias de leitura, a fim de desvendar o sentido do texto. Um fato positivo que posso citar, é de que o texto tem uma fácil compreensão (mesmo sendo um texto em LI). Logo, eu pude trabalhar com método de inferência que consiste em criar algum sentido a partir de palavras-chave dentro do material.
Com isso, comecei a interagir com os estudantes perguntando: "o quê vocês acham que o texto está falando ou abordando?" (Silêncio). Depois insisti mais um pouco já com outra pergunta: "o quê vocês mais vêm repetir no texto?", as respostas mistas alguns disseram "dias da semana", e outros "horários" (que estão em negrito).
Por fim, perguntei "quais palavras vocês conhecem?", cada um respondeu conforme o seu respectivo conhecimento na LI. Perfeito, com uma leitura rápida, que já mostrou se tratar de um tempo cronológico, as respostas dos alunos deixaram-me satisfeito (inclusive o silêncio).
Então, pude continuar com a leitura do texto. Eu decidi ler sem que os alunos repetissem. Porque, primeiro: poupa um tempo considerável; segundo: a metodologia "papagaio" me incomoda um pouco; terceiro: eu sou muito tímido. Li devagar, sentença por sentença, na esperança que os estudantes estivessem acompanhando. Acredito (in the deep my heart) que estavam entendendo, pois apesar do silêncio na hora da minha leitura, conseguiram responder as atividades de forma correta.
Após a leitura, de maneira sucinta, expliquei as regras de prepositions of time:
Figura 2:
Fonte: toda matéria
Confesso que a introdução ao tema foi muito breve (falha minha), porém compensei com um presença ativa, ou seja, estive me movimentando o tempo todo da aula, andando de carteira em carteira, observando os alunos realizarem a atividade e sanando as dúvidas deles. Nessa atividade não cobrei a tradução e reduzi o numero de questões para serem respondidas: 2 à 10 (página 89-93), contudo tomei essa decisão com aval da professora Fernanda. Os estudantes conseguiram findar os exercícios faltando mais ou menos cinco minutos para o horário de aula acabar
Como não ia dar tempo para corrigir tudo, deixei que guardassem os materiais da aula de inglês e comprei um delicioso pudim de uma aluna (rainha dos pudins) que estava vendendo por 8 reais, fofoquei um pouco com outras alunas até dar a hora de partir para outra turma. E fui com as mesmas borboletas no estomago, mas isso são cenas do próximo episódio...
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